Mitos sobre o orgasmo feminino são derrubados pela ciência

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Nesta quinta-feira, 29, o site da Revista Veja reproduziu um levantamento feito pela BBC, uma das empresas de comunicação mais respeitadas do mundo. Ele mostra o quanto os cientistas tem estudado para desvendar o orgasmo feminino. A reportagem conta a história de várias mulheres que não entendiam muito bem como o próprio corpo delas funcionava. Uma delas é uma estilista, identificada como Callista Wilson. Ela relata que sentia como se algo a estivesse queimando no meio das pernas e que isso acontecia frequentemente.

Terminações nervosas são diferentes e o prazer também: Tal sensação incomodava os atos sexuais. O ardor começou quando ela iniciou o uso de absorvente, ainda aos doze anos, mas somente aos vinte ela conseguiu ter coragem de falar sobre o caso para um médico, que disse que aquilo seria coisa da cabeça dela. Demoraram mais dez anos para que o diagnóstico correto aparecesse. Nesse meio tempo a mulher passou a ter depressão e até terminou um relacionamento. A vida de Callista somente começou a mudar quando ela chegou ao consultório de Andrew Goldstein, que trabalha com transtornos vulvovaginais.

Cirurgia foi necessária: Após um exame, Andrew descobriu que a região íntima da mulher tinha trinta vezes mais terminações nervosas que o normal. Ela precisou passar por uma cirurgia e hoje pode dizer que é uma mulher comum. Mais tarde, a estilista descobriu que o que tinha não era nada comum e que tinha um nome estranho, vestibulodinia. Isso ajuda a acabar com um dos maiores dramas das mulheres. Cada uma tem mesmo uma variação muito grande do sistema nervoso pélvico.

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Fim do desânimo: Uma das maiores especialistas no assunto é a médica Deborah Coady. Trabalhando como ginecologista, ela decidiu montar uma grande equipe para estudar o tema. Ela descobriu que o nervo pudendo não é sequer parecido entre as mulheres. Para o prazer feminino, esse nervo é a parte mais importante, pois ele liga os genitais ao cérebro. Como as mulheres tem as terminações nervosas diferentes, elas sentem sensações diversas no seu corpo.

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